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Portfólio Psicologia

Portfólio no âmbito da disciplina de psicologia

Portfólio Psicologia

Portfólio no âmbito da disciplina de psicologia

Programa aberto e programa fechado

 

Os organismos vivos e principalmente os seres humanos funcnam como sistemas abertos, em contínua relação recíproca com o meio.

Programa fechado: sequência organizada de comportamentos fixos e rígidos predefinidos no património genético de uma espécie.

Programa aberto: sequência de comportamentos a definir pela interação entre o património genético, o meio ambiente e as disponibilidades de aprendizagem.

 

Prematuridade humana:

Desde cedo que os animais manifestam os comportamentos típicos da espécie a que pertencem. Os animais nascem quase protnos para enfrentar o meio enquando que o ser humano leva anos para o poder fazer. Nascemos inacabados. Permanecemos durante a nossa vida neste estado, o inacabamento humano, vivendo permantentemente num estado de prematuridade.

 

Neotenia- o homem tem esta característica porque tem um desenvilvimento lento e as competências próprias do adulto demoram a surgir, o adulto mantém características próprias da idade juvenil.

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Sistema nervoso

Sistema nervoso

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Sistema nervoso:

-central

-cérebro ou encéfalo;

-espinal medula;

-periférico;

-somático

-nervos sensitivos;

-nervos motores;

-autónomo;

-simpático;

-parassimpático 

 

Função geral

É um amplo mecanismo de conexão que coordena todos os processos que garantem o equilíbrio interno do organismo e garante a ligação e o equilíbrio com o mnundo exterior.

Para realizar isto o sistema nervoso tem que:

-transportar as informações que são captadas pelos órgãos dos sentidos até aos centros que procedem à descodificação.

-efetuar o processamento dessa informação recebida do exterior;

-comandar os comportamentos com que o organismo irá repsonder aos dados recebidos e processados;

-fazer circular a informação até aos órgãos que permitam efetuar a resposta adequada.

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Função de algumas estruturas:

Espinal medula: centro de coordenação da atividade reflexa; centro condutor dos impulsos nervisos dirigidos ao cérebro.

Córtex cerebral: controla os movimentos voluntários, a perceçãp o pensamento a imaginação...

Tálamo: recebe e transmite a informação para o córtex cerebral;

Cerebelo: coodena os movimentos e garante o equilíbrio;

Hipófise: glândula que dirige a atividade so sistema endócrini;

Hipotálamo: regula em articulação com a hipófise, a homeostasia.

 

 

A comunicação nervosa

 

-Os nervos sensoriais ou aferentes transportam as informações captadas pelos órgãos dos sentidos, influxo nervoso, até à espinas medulas ou até ao cérebro;

-O sistema nervoso central processa a informação e determina uma resposta;

-A resposta é transmitida pelos nervos motores ou eferentes para os vários órgãos periféricos do corpo para que estes executem uma resposta.

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Hemisférios cerebrais

 

O cérebro é consituído por dois hemisférios e cada um deles controla a parte oposta do corpo pois os feixes nervosos que conduzem as instruções até aos músculos se cruzam no percurso.

-Hemisfério esquerdo: responsável pelo pensamento lógico, linguagem e cálculo;

-Hemisfério direito: responsável pela formação de imagens e pelo pensameno concreto, pela perceção das formas e cores;

Os dois hemisférios trabalham de forma integrada e complementar.

 

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 Linguagem e hemisférios cerebrais

Uma conversa não é uma mera troca de palavras, o tom do que é dito e a linguagem corporal é importante para a conclusão da mensagem, mas só com a ajuda dos dois hemisférios é que será possível codificar a mensagem na totalidade.

  Duas áreas cerebrais linguísticas importantes

Existe duas partes linguísticas importantes no hemisfério central esquerdo que actuam em estreita cooperação tendo cada uma delas a sua especialidade.

Uma delas, a “área de Broca” que é a área que se localiza mais à frente, situada no lobo frontal, sendo esta, a mais saliente para o aspecto gramatical da linguagem, ou seja, quando nós combinamos palavras, colocamos terminações nas palavras ou quando conjugamos as palavras no presente e no passado.

E a outra área é Wernicke que se localiza mais posteriormente, situada no lobo temporal, próximo do centro auditivo, é nesta em que compreendemos o significado das palavras e que encontramos as palavras e os conceitos certos quando falamos. Contudo, o processo de compreensão da linguagem de tal modo complexo que engloba muitas mais partes do cérebro, estas partes que estão associadas aos hemisférios cerebrais estão em actividade quando ouvimos e falamos. 

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Pesquisa- Dopamina e toxicodependência

 

 

Funções da Dopamina 

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Os neurónios, células do sistema nervoso, têm a função de conduzir impulsos nervosos para o corpo. Para isso, tais células produzem os neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pelo envio de informações às demais células do organismo. Nesse conjunto de substâncias está a dopamina, que atua, especialmente, no controle do movimento, memória, e sensação do prazer.

 

De forma molecular C8H11NO2, a dopamina é um composto químico derivado do aminoácido tirosina e precursora natural dos neurotransmissores adrenalina e noradrenalina. Ela é produzida, principalmente, numa região do cérebro denominada substância negra; sintetizada por meio da ativação da enzima tirosina hidroxilase; armazenada em pequenas vesículas nos terminais dos neurónios e liberada por meio das sinapses químicas do cérebro.

Esse neurotransmissor desempenha importantes funções no organismo. A primeira delas é a sensação de prazer. No decorrer de circunstâncias agradáveis, a dopamina é libertada, desencadeando impulsos nervosos, que levam a uma sensação de prazer e bem estar. Alimentos saborosos, sexo, jogos e drogas são alguns exemplos de situações que estimulam a ação da dopamina.

A substância atua também na função motora do corpo humano, sendo responsável pela execução de movimentos voluntários, que são aqueles que ocorrem de acordo com a nossa vontade, como por exemplo, a atividade muscular.

Estudos recentes mostram, ainda, que o neurotransmissor está relacionado à capacidade de memorização. Segundo os cientistas, esse sentimento de satisfação e prazer gerado pela ação da dopamina é associado, no cérebro, a momentos também prazerosos, o que faz com as informações fiquem armazenadas por um período maior em nossa memória.

A concentração de dopamina no organismo está relacionada, também, ao surgimento de doenças. O Mal de Parkinson, por exemplo, tem sua origem ligada à falta de dopamina. Isso porque, com o envelhecimento, há a morte natural de neurônios, o que reduz a produção do neurotransmissor. Essa carência de dopamina acaba alterando os movimentos do corpo, tornando-os descoordenados, principal sintoma da doença.

 

O vício é outro distúrbio associado aos valores de dopamina no organismo. As drogas atuam sobre os receptores dos neurotransmissores, assim, quando o indivíduo faz uso dessas substâncias, o cérebro produz uma grande quantidade de dopamina, aumentando o estado de prazer. Daí a necessidade de consumir a droga constantemente para se ter sempre essa sensação de prazer.

O Excesso e a deficiência deste produto químico vital são a causa de diversas condições da doença. A doença e a toxicodependência de Parkinson são alguns dos exemplos dos problemas associados com os níveis anormais da dopamina.

 

A minha questão acerca deste tema baseia-se na necessidade de consumo de determinadas drogas pelos toxicodependentes. O porquê do vício, o porquê de estas pessoas não serem capazes de resistir a estas substâncias. A dopamina é uma substância presente na cocaína. Desse modo, através de uma imagem, tentarei demonstrar como a cocaína atua no cérebro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sintetizada em 1859, a cocaína tem como origem a planta Erythroxylon coca, em cuja composição química se encontram os alcalóides Cocaína, Anamil e Truxillina

As propriedades primárias da droga bloqueiam a condução de impulsos nas fibras nervosas, quando aplicada externamente, produzindo uma sensação de amortecimento e enregelamento.

Ingerida ou inalada, a cocaína age sobre o sistema nervoso periférico, inibindo a reabsorção, pelos nervos, da norepinefrina (uma substância orgânica semelhante à adrenalina). Assim, ela potencializa os efeitos da estimulação dos nervos. A cocaína é também um estimulante do sistema nervoso central, agindo sobre ele com efeito similar ao das anfetaminas.

Assim, é mais fácil entender a dependência dos drogados a esta substância pois funciona como um estimulante que fornece prazer, mas com efeito de pouco tempo o que provoca a necessidade de mais consumo.

 

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Cerebro feminino e masculino

Todos nós sabemos que existem diferenças entre o homem e a mulher. Essas diferenças não são apenas físicas como também biológicas. Conseguimos perceber que a mulher tem aptidão para determinadas coisas que o homem não tem e vice-versa. 

Desde cedo estas diferenças trouxeram consigo o sexismo e a crença de que o homem era superior à mulher pois era capaz de realizar as melhores atividades daquela época, o esforço físico como caçar, lutar, cortar lenha... As mulheres porém, ficavam responsáveis pelos lugares onde se alojavam, garantir a continuidade da espécie e realizar tarefas que não envolvessem tanto esforço físico.

Com o avanço da civilização, continuamos a acentuar essas diferenças. A mulher, já na época moderna, eficava em casa a cuidar da mesma e dos filhos, sendo-lhe negado o direito de participar nas decisões familiares ou da sociedade como por exemplo, votar.

 

Cansada dessa situação, a mulher começou a impor-se nas últimas décadas, com o movimento feminista e diversas outras organizações, foi possível ganhar espaço na sociedade, participando ativamente das universidades, empresas e instituições. Mas ainda hoje existem inúmeras barreiras.

Até o momento, sabemos que existem diferenças físicas entre os homens e as mulheres e, de início, foram essas diferenças que causaram essa separação feminino/masculino. Mas, e a parte biológica? Claro que as questões de anatomia, em geral, são bem conhecidas por nós, mas e o cérebro? 

Fui pesquisar acerca de cientistas que estudaram esta questão.

Simon Baron-Cohen é um dos maiores pesquisadores acerca funcionamento do cérebro masculino, feminino. Em resumo, o autor diz que ‘sim, existe diferença’ entre cérebro masculino e feminino! De acordo com suas pesquisas essas diferenças dão-se antes do nascimento, ainda na vida intrauterina, causadas por hormónios sexuais pré-natais; esses hormónios, posteriormente, afetam as aptidões.

Aptidão espacial: mais identificada no sexo masculino, é suprimida pelo estrogênio;

Aptidão para memória verbal: mais identificada no sexo feminino, devido a reposição hormonal.

 

Devido a essa alteração hormonal podemos identificar nos indivíduos de sexo masculino uma tendência maior a raciocínios matemáticos, jogos de dardos, formas geométricas e padrões complexos, além de objetos em rotação.

Já os indivíduos do sexo feminino estão mais direcionados a memória verbal e de imagem, facilidade com leitura, além de tarefas de precisão que requerem maior coordenação motora, controlo e detalhes.

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Partindo disso, podemos apontar que indivíduos do sexo feminino processam a linguagem nos dois hemisférios do cérebro (esquerdo e direito), já os do sexo masculino, processam apenas em um dos hemisférios (esquerdo). Entretanto, para tarefas nas quais é necessária a utilização da orientação espacial, apenas indivíduos do sexo masculino processam dos dois lados de uma região cérebro denominada ‘hipocampo’.

Outra teoria, que partiu da Universidade da Pensilvânia (EUA), conclui as mesmas diferenciações, porém por um caminho diferente. Relata que o cérebro masculino possui mais conexões dentro de cada hemisfério (ou seja, existem mais conexões dentro do hemisfério esquerdo e dentro do hemisfério direito), já o cérebro feminino possui mais conexões entre os hemisférios (ou seja, eles estão mais interligados).

Elliot

O dia em que Elliot deixou de sentir

 

Uma das mais influentes e provocativas teorias que tenta explicar como nosso cérebro toma decisões – a teoria do marcador somático - foi proposta nos anos 90 pelo neurocientista português António Damásio. Já falamos sobre ela nesta coluna. Dizer que é o cérebro quem tomas as decisões já é em si uma provocação. Se é essa massa gelatinosa quem decide, onde está nosso livre arbítrio? De fato, para a enorme maioria dos neurocientistas que estudam cognição e comportamento, o livre arbítrio é mais uma invenção de nosso cérebro. Mas essa é outra história. 



Damásio ficara fascinado com o caso de Phineas Gage, aquele trabalhador das estradas de ferro dos Estados Unidos que em 1848 teve seu crânio atravessado por uma barra metálica de um metro e meio de comprimento e sobreviveu para contar a história. Os relatos sobre a vida de Phineas posteriores ao acidente mostram que embora ele parecesse uma pessoa normal sua capacidade de tomar a decisão correta em cada situação tinha sido destruída junto com seus lobos frontais. Mas de Phineas só tinha sobrado o crânio e embora fosse possível reconstruir o trajeto da barra, Damásio não poderia ter certeza quanto do cérebro o acidente havia destruído. E aí entra Elliot e sua peculiar história. 


Elliot era um jovem com seus trinta e poucos anos. Bem sucedido profissionalmente, inteligente, e de fácil relacionamento. Já na sua lua de mel começara a sentir fortes dores de cabeça. Como estas aumentaram decidiu consultar o médico e os exames confirmaram a existência de um meningeoma, um tumor benigno que se forma nas membranas que envolvem o cérebro. O tumor crescera já do tamanho de uma pequena laranja e embora benigno comprimia a parte do cérebro que fica sobre as órbitas. Aquela mesma região que tinha sido destruída pela barra de ferro em Phineas Gage. Caso não operasse, a compressão do cérebro acabaria provocando a morte. 

A cirurgia para remoção do tumor foi bem sucedida, mas boa parte do córtex cerebral próximo ao tumor foi danificada. Testes realizados após a cirurgia não revelaram nenhum problema com Elliot. Inteligência acima da média, ótima memória, linguagem fluente. Mas a partir da cirurgia sua vida se transformou em um verdadeiro caos. Antes extremamente prático na hora de lidar com seu trabalho, agora ficava horas concentrado em detalhes irrelevantes. Decisões simples como marcar um encontro com um cliente terminavam com a desistência deste último ante tantos prós e contras que Elliot encontrava para cada possibilidade de horário e local. Escolher entre uma caneta azul ou vermelha podia demandar horas nas quais as diversas possibilidades de usar azul ou vermelho eram pormenorizadamente analisadas. Decidir tinha se tornado uma missão quase impossível. 

Lobos cerebrais

 

Cada hemisfério é composto por 4 lobos cerebrais:

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-Frontal;

-Parietal;

-Occipital;

-Temporal;

 

Em cada lobo existem:

-áreas primárias: áreas de receção de informação sensorial e centros de transmissão de ordens motoras;

-áreas secundárias: áreas de coordenação, integração, reconhecimento e associação de informação;

Lesões no lobo occipital:

-se é afetada a área visual primária a pessoa perde a faculdade de ver: cegueira cortical;

-se é afetada a área visual secundária a pessoa continua a ver mas não reconhece o que vê: agnosia visual;

Lesões no lobo temporal:

-se é afetada a área auditiva primária a pessoa perde a faculdade de ouvir- surdez cortical;

-se é afetada a área auditiva secundária a pessoa continua a ouvir mas não reconhece o que ouve: agnosia auditiva;

-Lesões no lobo parietal:

-se é afetada a área sensorial primária a pessoa perde a sensibilidade táctil mas e térmica da parte correspondente do corpo: anestesia cortical;

-Lesões no lobo frontal:

-se é afetada a área motora primária a pessoa perde a motricidade da parte do corpo correspondente: paralisia cortical;

-se for lesionada a área motora secundária a pessoa passa a ter uma incapacidade de organizar conscientemente os seus movimentos: apraxia;

Funcionamento sistémico do cérebro

Teria da unidade funcional do cérebro

 

-não existem no cérebro departamentos autónomos;

-o cérebro é um todo cujas partes se inter-relacionam;

-nenhuma área é autónoma nem detém o exclusivo de uma certa função;

-em certos casos um problema causado por uma lesão numa certa área pode ser superado ou minimizado por colaboração de uma outra área;

 

-Função vicariante:

capacidade que as zonas cerebrais possuem de exercer a função que competia a uma determinada área, mas que essa não pode desempenhar por ter sido lesada.

 

António Damásio:

o cérebro funciona em obediência a dois princípios:

1) especialização- o cérebro não funciona de modo indiferenciado. Há zonas que dão o seu contributo específico, existem zonas especializadas no cérebro.

2)integração- as funções mais complexas que o ser humano realiza envolvem uma coordenação de diversas áreas do cérebro, atuando como um todo.

Tese triúnica do cérebro de Paul Maclean

 

Maclean defendeu que o nosso cérebro possui hoje uma estrutura que reflete os estádios de evolução.

3 cérebros diferentes no nosso cérebro- cada um corresponde a uma fase de evolução nas espécies:

 

cérebro reptiliano (interior):

-herança do nosso passado pré-histórico. É a parte mais antiga e profunda do nosso cérebro e que teria características dos cérebros dos répteis.

-seria útil na coordenação de funções vitais básicas e entra em função quando nos sentimos em perigo.

-base da competição, sobrevivência, deisões repentinas e sexualidade;

-responsável pelos impulsos homeostáticos;

-cérebro paleomamífero;

-estrutura característica dos mamíferos interiores. Seria uma parte do cérebro correspondente a uma fase de evolução mais recente que a anterior.

-cérebro neomamífero;

-corresponderia a uma parte da evolução mais recente. Seria ua característica dos mamíferos superiores. Corresponderia à parte mais exterior do cérebro.

 

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